Biografia

CONHEÇA UM POUQUINHO SOBRE MIM

Sou escri28tora, e isso por si só já define a minha humilde pessoa em um simples adjetivo: maluca! Sim, eu admito, sou maluca, maluquinha de pedra, pinéu da cabeça mesmo! Porque desde pequeninha decidi que queria escrever e que viveria de livros no Brasil. Não é tarefa fácil, mas chego lá.

Nasci em São Paulo, em 1990 (não se atrevam a fazer a conta!), e a natureza parecia estar me moldando desde o berço para viver e respirar letras. Aprendi a ler com dois anos de idade (não digo isso para me gabar, mas é verdade); comecei a escrever consciente do que estava fazendo não muito depois. Então, a partir dos cinco anos de idade passei a me dedicar ao que eu acreditava ser minha verdadeira vocação: desenhos de moda.

Naqueles cinco anos do meu quase exílio das letras, eu aprimorei meus traços no desenho, e me divertia nas horas vagas da escola desenhando histórias em quadrinhos. Uma das mais memoráveis foi “As Aventuras de Gabi e Malu No Reino de Meala” (juro que não me lembro de onde tirei esse nome para o reino). Infelizmente perdi o manuscrito em alguma mudança, e a esta altura, francamente não me lembro da história. Apenas que Malu e Gabi eram primas, uma loira e uma ruiva – não lembro qual era qual –, e que o reino estava sob o domínio da bruxa Verna (outro nome que jamais compreenderei o significado. Já deduzi que cabeça de escritor é um universo inexplorado que nem os pesquisadores mais brilhantes seriam capazes de decifrar).

Ao fim desses cinco anos de reclusão no mundo dos desenhos e HQ’s, e depois de ter devorado ao menos um quarto da biblioteca da escola, aos dez anos de idade escrevi meu primeiro “livro”, uma aventura que chamei (olha que original!) “Férias Na Fazenda”. Eu mesma escrevi, ilustrei, encadernei (com uma ajudinha do grampeador) e criei a capa. O sucesso foi tanto (entre meus pais, professora, e amiguinhos mais próximos), que escrevi em seguida “De Volta à Fazenda”, com os personagens retornando dezoito anos depois à fazenda da família. E pegando carona na mesma vibe, escrevi ainda “Salvando a Floresta” (eu estava passando por uma fase muito ecológica na época), onde um grupo de crianças se engajavam num projeto para lutar contra o desmatamento.

Eram histórias tolas, obviamente, mas vê-las prontas despertou minha já enraizada paixão pelos livros, e desde então, eu decidi que os desenhos de moda não passavam de um hobby, e comecei a alimentar e desenvolver o sonho de ser escritora.

Escrevi meu primeiro livro de verdade aos 15 anos, um romance policial que já teve pelo menos cinco títulos, passou de mão em mão entre os meus amigos e professores, e que eu já reescrevi pelo menos duas vezes. Mas as críticas que recebi de quem leu (tanto positivas, quanto negativas) me ajudaram a melhorar minha maneira de construir histórias. E a satisfação de ver alguém empolgado com meu texto (alguém que não era eu), me deu a certeza de que era isso mesmo o que eu queria fazer pelo resto da minha vida.

Inúmeros percalços no caminho me deixaram no banco de reservas da literatura brasileira até 2013, quando decidi abraçar a oportunidade mais fácil para começar a criar um portfólio literário, e mostrar meu trabalho ao mundo: a publicação digital.

Minha primeira obra publicada foi o romance “Alma de Rosas” (que ironicamente, foi o quarto que escrevi – sem contar os tolinhos da infância). Uma história parcialmente inspirada no clássico Cyrano de Bergerac, de Edmond Rostand.

Ainda em 2013, publiquei também a antologia “A Morte Não é o Fim”, que traz contos sobre pessoas que morreram e o que elas fizeram a respeito.

Aparte isso, o que posso dizer de mim? Sou uma leitora quase compulsiva (meus favoritos são os autores clássicos britânicos e irlandeses, como Robert Louis Stevenson, Sir Arthur Conan Doyle e Oscar Wilde), cinéfila, contista, cronista, sonhadora… E só um pouquinho louca!

Prazer,

Talita Vasconcelos

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